De repente 30
23 de Agosto de 2004 por Bruno Oliveira
Eu consigo contar nos dedos as diferenças entre este filme e Quero ser grande, com Tom Hanks. Apesar de Jennifer Garner ser mais bonita que o Sr. Hanks, ela trabalha bem pior. Sempre que aparecia, o bonequinho tapava nos ouvidos.
E quem sai no meio do filme ainda tem a sorte de não ver o final ultra-mega-super-feliz que o diretor Gary Winick tira da manga. Suficiente para envergonhar qualquer criança.
Com muito boa vontade dá pra tirar algumas pequenas coisas boas do filme: A presença de Andy Serkis (o Sméagol de O Senhor dos Anéis) e a cena em que a boate toda dança ao som de Thriller. A cena não chega a empolgar, mas a musica é muito boa.
Saiba mais informações no IMDB
Avaliação Bonequinho Cego:


O tema da refilmagem (mais uma) até é interessante: Uma cidade em Connecticut onde todas as mulheres são perfeitas – pelo menos para os homens. O excelente início, que mostra como as mulheres podem intimidar os homens – numa vingança involuntária de algumas décadas – não faz jus ao resto do filme.
Além de 
Isaac Asimov mudou a ficção científica ao criar as Três Leis da Robótica. Conceito que impedia os robôs de suas histórias de machucar ou causar qualquer problema para os seres humanos. Em vários de seus contos, Asimov elaborava quebra-cabeças onde, apesar de todos indícios apontarem para culpa dos homens mecânicos, eles nunca eram vilões. Os robôs eram mais humanos do que os humanos.