Déjà vu

Este filme conta com Denzel Washington e Val Kilmer. Denzel faz o eterno policial bonzinho e sabe-tudo. Já Val Kilmer está apagadinho e apenas está acompanhando, quase como arroz que normalmente acompanha a maioria dos pratos gostosos.

O filme começa triste e exagera na forma de tratar a tragédia. O exagero é na quantidade de barcos, helicópteros e carros de bombeiros que são mostrados para resgatar os sobreviventes. Talvez necessário para dar importância aos heróis de 11 de setembro e do desastre do furacão Katarina ou seria com “C”? Enfim, o filme acontece em Nova Orleans. Então eles devem ter se preocupado em fazer alguma homenagem.

A melhor parte do filme são seus primeiro minutos onde música domina e as imagens da tragédia aparecem. Depois disto o filme se perde um pouco e decepciona. Só como exemplo: Denzel pilota um carro militar americano, aqueles enormes: Hummer. São carros pesados e largos, porém ele consegue dar cavalos de pau com uma facilidade enorme e o carro é indestrutível.

A boa notícia é que este filme não é como os demais lançados todos os anos onde o fim é apenas uma justificativa para você assistir a seqüencia. O filme é uma história fechada e bem contada. Nada de pulga atrás da orelha. Mesmo a parte mais SciFi onde é necessário explicar como é possível acompanhar o passado tem explicações para praticamente tudo.

Como eu gosto de SciFi, adoraria que fosse explorado mais a parte onde é mostrado a parafernália digital criada para o passado ser mostrado. Espero que alguém se inspire no filme e crie uma série de TV.

Este filme é para ver histórinha e é bom para passar o tempo, nada além.


Saiba mais informações no IMDB



Avaliação Bonequinho Cego:


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Quando o filme começar, deslique o celular

O título rimou, mas foi sem querer. Para não correr o risco de morrer, caso o Darth Vader esteja na sala de cinema, a recomendação é desligar o celular. Confira o que pode acontecer:

Via Digg Videos.





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Google Agenda te avisa das estréias

Você usa o Google Agenda (também conhecido como Google Calendar) no seu dia-a-dia, certo? Você adora o Google, certo? Se você respondeu sim para “ambas as duas” perguntas então saiba que agora você pode ter na sua Google Agenda o aviso das estréias no cinema. Basta acessar este link ou se você não conseguir visualizar clicando no endereço acima, entre no seu Google Agenda e no campo de “Pesq. agendas públicas”, procure por “Em cartaz cinema”, para encontrar a agenda.

Depois pode acrescentar este calendário na sua agenda, clicando no botão “Adicionar agenda”.

Recebi a dica por email do Alex.





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Estatuto do Cinéfilo

Você consegue imaginar que tem gente querendo criar regras de como ser o relacionamento entre cinéfilos e cinemas, teatros e casas de show? Pois é. Este tipo de pessoa existe e eles comem pão de queijo e deve torcer pelo Cruzeiro, por que é uma obra dos políticos de Minas Gerais.

Segundo o artigo do G1, o estatuto prevê que a meia-entrada seja direito apenas para os estudantes da rede pública, a quantidade de propaganda nas salas também será limitada (10 min para trailers e 5 para propaganda) e a mudança da programação das salas na última hora será proibida.

Mais polêmico do que a meia-entrada o estatuto propõe que pessoas falando no celular poderão ser retiradas das salas por funcionários do cinema.





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Meia Entrada pode ser limitada

Começaram as sugestões para resolver o problema da quantidade excessiva de meia entrada. Uma das sugestões estabelece que a quantidade de ingressos vendidos na modalidade de meia-entrada seja limitada a 30% das poltronas. Quem sugeriu isso? O executivo da Kinoplex e vice-presidente da Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas (Feneec), Luiz Gonzaga De Luca.

Se a onda pega vai ser um problema só. Uma coisa é certa, boa parte das pessoas que usam carterinha de estudante não são estudantes. O correto seria dar descontos para quem tiver menos de 18 anos ou mais de 65. O resto deve pagar o preço cheio. Cinema já foi a muito tempo opção de cultura, hoje está mais para lazer. Cinema Cultura normalmente está fora do circuito mainstream. Este tipo de filme normalmente só aparece no espaço unibanco e outras salas “alternativas”.

Eu duvido muito que se mudar a regra da meia-entrada os estudantes vão deixar de ir ao cinema. E se forem, ninguém perde mais nesta história do que os próprios cinemas.

Faço coro ao discurso de Luiz Gonzaga De Luca. Cinema é lazer. Meia-entrada é o cacete! :mrgreen:

Para saber mais sobre esta história de meia-entrada, leia o artigo no G1.