Identidade
por Bruno Oliveira
Curiosidades à parte, a película de James Mangold (diretor de filmes tão diversos - em estilo e qualidade - quanto Garota Interrompida, Cop Land e Kate & Leopold) começa com um clima muito bom: isolados em um hotel de beira de estrada, por causa de uma tempestade, um grupo de pessoas testemunha alguns eventos estranhos. A premissa do isolamento, sempre bem vinda, acaba perdendo a importância no meio de um roteiro que quer surpreender o espectador a qualquer custo.
Alguns novos clichês estão asfixiando a originalidade dos filmes americanos. Perda de memória recente (Amnésia, Procurando Nemo, Como se fosse a primeira vez), assassinos do além (O Chamado, Na companhia do medo, etc), entre outras saídas “espertas” para idéias ruins, já estão tão previsíveis quanto qualquer mordomo culpado.
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Avaliação Bonequinho Cego:

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