Madrugada dos mortos
por Bruno Oliveira

Já sua continuação (O Despertar dos Mortos-Vivos, de 78) não é tão universal. Apesar ainda ser um filme angustiante, a fotografia colorida pôs muito a perder – zumbis azuis? – e os anos 70 são bem caricatos em produções mais baratas. A refilmagem tinha muito a atualizar, e atualizou. As cenas de ação são muito bem feitas; o suspense e as relações entre as pessoas – conflitos no melhor estilo O Cubo – são mais complexos do que se espera de um filme de terror; os efeitos especiais são os melhores que os 30 milhões de dólares de orçamento (pechincha para um filme tão ambicioso) podem comprar. A gente se importa com os personagens e ri… ri muito de nervoso e do exagero das situações. O diretor estreante Zack Snyder e o inexperiente editor Niven Howie fizeram um ótimo trabalho.
Ah! Também tem a moral da história: “Crianças, nunca brinquem com uma serra elétrica dentro de um ônibus em movimento!”.
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Avaliação Bonequinho Cego:

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