Começaram as sugestões para resolver o problema da quantidade excessiva de meia entrada. Uma das sugestões estabelece que a quantidade de ingressos vendidos na modalidade de meia-entrada seja limitada a 30% das poltronas. Quem sugeriu isso? O executivo da Kinoplex e vice-presidente da Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas (Feneec), Luiz Gonzaga De Luca.
Se a onda pega vai ser um problema só. Uma coisa é certa, boa parte das pessoas que usam carterinha de estudante não são estudantes. O correto seria dar descontos para quem tiver menos de 18 anos ou mais de 65. O resto deve pagar o preço cheio. Cinema já foi a muito tempo opção de cultura, hoje está mais para lazer. Cinema Cultura normalmente está fora do circuito mainstream. Este tipo de filme normalmente só aparece no espaço unibanco e outras salas “alternativas”.
Eu duvido muito que se mudar a regra da meia-entrada os estudantes vão deixar de ir ao cinema. E se forem, ninguém perde mais nesta história do que os próprios cinemas.
Faço coro ao discurso de Luiz Gonzaga De Luca. Cinema é lazer. Meia-entrada é o cacete!
Para saber mais sobre esta história de meia-entrada, leia o artigo no G1.


Se tudo isso é cultura, então vamos tratar todos de maneira igual.