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Os incríveis

24.12.04 por Bruno Oliveira
Quatro anos. Esse é o tempo que a Pixar leva para produzir cada uma de suas animações. E cada dia vale o trabalho. Este é melhor filme (isso mesmo, filme, não precisava nem ser uma animação) do estúdio criado sob a asa de George Lucas.

Incrível! Ou f4ntástico? ;-)
Já sabíamos que a habilidade da Pixar não era técnica desde Toy Story. Testemunhamos comédias infantis se transformando, aos poucos, em grandes filmes. Procurando Nemo, que concorreu ao Oscar de roteiro original foi só o último exemplo do estava por vir.

Brad Bird, diretor desta obra-prima – que dá arrepios de emoção em qualquer amante de HQ, com referências aos mundos da Marvel, DC e até Alan Moore – não fez uma animação nada infantil. É um filme para toda família, mas alguns detalhes não podem passar em branco: É o primeiro longa da Pixar que não tem censura livre (nos EUA); Não é uma comédia, mas uma aventura; E… você viu alguma canção no meio do filme? Eu não. Pois é, Bird se livrou da obrigação de colocar uma musica para concorrer àquele Oscar de canção, que as animações adoram, e tranformou o ritmo do filme.

Depois de estar concorrendo ao Globo de Ouro de melhor filme (na categoria Comédia/Musical) arrisco dizer que Os Incríveis é um ótimo candidato ao Oscar de melhor filme do ano.

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