Roubando vidas



Angelina Jolie tem sorte com os atores com quem contracena. Denzel Washington, Nicholas Cage, Antonio Banderas, Winona Ryder… A lista é impressionante. Neste filme, de D.J. Caruso – que é mais um diretor de TV do que de cinema, tendo mostrado serviço em séries como Dark Angel e Smallville –, Angelina trabalha com Ethan Hawke, fazendo o papel de uma agente do FBI que empresta seus serviços para a polícia canadense, num caso que envolve um Serial Killer, sua especialidade.

Angelina procurando outro psicopata no escuroAgora alguns vão dizer que eu vejo David Fincher em todo lugar que olho – mas eu juro que os créditos iniciais deste filme são uma cópia da abertura de Seven, com o psicopata da vez tirando as digitais dos dedos e então lixando a pele como em Gattaca, para não deixar vestígios de DNA na cena do crime. Ao menos as “referências” são de muito bom gosto.

O importante é que o filme prende a atenção. Às vezes apelando para violência explícita, às vezes com clichês. A polícia de Montreal, por exemplo, parece ter um efetivo de cinco policiais – os que cuidam do caso. Não é um filme que vá marcar a vida de ninguém, mas depois do segundo Tomb Raider, um dos piores filmes que eu já vi no cinema, já dá pra começar a desassociar o nome de Angelina de maus filmes.


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Avaliação Bonequinho Cego:


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